Inimigo Público da Obesidade Infantil

Postado por Rennan Silva domingo, 22 de maio de 2011

Sabe aquelas matérias em que você ler e não consegue acreditar que realmente está lendo, afinal, é grande parte do que você sempre imaginou sobre um assunto, transcrita em poucas e perfeitas palavras, tal como não poderia você mesmo descrever melhor? Bem, foi mais ou menos essa a minha reação ao ler esta matéria hoje e concordar plenamente com o tema proposto pelo "Preventative Medicine at Rush Medical College"!

Nunca fui muito fã do MacDonalds, não tem lá um motivo na verdade, apenas não fazia meu tipo, mas também nunca fui daqueles pentelhos irritantes hipócritas defensores do estilo de vida saudável. Até meio óbvio isso, afinal, não chegaria a 180 KG se fosse. O que me chamou a atenção na matéria realmente, é que foi algo que eu acho que qualquer mente sã já deve ter pensado alguma vez na vida: O estereótipo do palhaço alegre é quase uma lavagem mental nas pobres criacinhas que ficam embabacadas com os brindes e brinquedinhos oferecidos por este simbolo e esta marca.

Tudo bem, existe o direito a expressão e propaganda, concordo, mas até que ponto é correto permitir que uma marca crie uma "ilusão" ao grupo de compradores extremamente sucetíveis, tais como as crianças? Fiz uma pesquisa rápida sobre o assunto, e descobri que paises como a Suécia, Canadá e até mesmo a Inglaterra já criaram regras para propagandas direcionadas ao público infantil, o que mostra que esse assunto vai muito além do que uma mera "sugestão medicinal", trata-se de um problema real, e discutido em escala global.

Na matéria por exemplo, afirma que 1/3 das crianças americanas já são obesas, isso é culpa do mascote do MacDonalds? Claro que não, isso é culpa de toda uma massa publicitária desregulada e uma deturpação do senso de saudável criado pela mídia mundial, eu concordo plenamente com isso... Mas a exclusão do estereótipo é um bom passo, e é de passo em passo que a medicina alcança suas metas.

Será que podemos imaginar um futuro em que a propaganda se responsabilizará pelo conteúdo exposto de forma a evitar a degeneração daqueles que estão sucetíveis a ela? Eu duvido muito. Mas assim como movimentos do tipo conseguiu proíbir as propagandas de cigarro, conseguiu difundir os perígos do alcool, eu acredito que este é só um início de uma fase positivas de mudanças quanto a isso, eu espero realmente que seja.

2 comentários

  1. indy Says:
  2. renan so para complementar seu texto a culpa muitas vezes é dos pais q nao dão limites no que seus filhos comem, ja trabalhei em escolas publicas ond tinha alunos que deixavam de comer a merenda q a escola oferece (ond eu trabalhava era feito por nutricionista)pra comprar besteiras no bar da escola...acho q a educação alimentar vem desde pequenos com os pais ensinando comer coisas saudaveis, claro q um sanduiche um hamburguer de vez em quando cai bem, mas a criança aprende observando se os pais nao tem uma dieta saudavel pq ela tem q ter?!mas eh isso botei minha opiniao como educadora, mas gostei muito do seu texto...

     
  3. Carol Says:
  4. Eu concordo plenamente com os dois... eu acho q a midia tem sim MUITO a ver com isso mas a falta d limites dos pais tb tem um bom peso (com o perdao da palavra) nos habitos alimentares das criancas!!!
    Gostei muito do texto e tb acho q eh d passo em passo q a medicina completara essa maratona eterna!

     

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